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       As buzinas a gás são aquelas latinhas de metal com uma corneta em cima, inicialmente utilizadas como instrumento de sonorização de barcos, mas que se popularizaram em estádios de futebol, bailes de formatura e no carnaval.

       Porém o gás propano, usado na buzina, vem sendo utilizado por jovens como lança perfume ou "loló". Eles acionam a buzina com a corneta voltada para o nariz ou boca, os efeitos relatados pelos usuários é igual aos das drogas mencionadas.    

        Segundo o Ceatox, Centro de Toxicologia do Hospital de Base, referência na região de Rio Preto, o gás desta buzina é perigoso e chega a entrar no organismo a -20°C e queima o sistema respiratório. A buzina é feita de gás composto de butano e propano, derivado do petróleo. Ele é encontrado também no isqueiro, geladeira, ar-condicionado. "No organismo, pode causar náuseas, vômitos, no sistema nervoso pode causar alucinação, euforia, desmaio, convulsão. Como entra em uma temperatura muito baixa no organismo pode causar edema pulmonar e no coração, pode agir no músculo e pode causar arritmia e infarto", afirma a farmacêutica Gisela Cipullo Moreira.

       No dia 28 de março de 2016, foi noticiada a morte de uma jovem de Rio Preto que teria inalado o gás. Aliás, existem outros relatos de jovens que foram internados em estado grave pelo mesmo motivo.

     Conseguir uma buzina a gás é muito fácil, basta adquiri-la em qualquer casa de festas e até mesmo supermercados. Entretanto, sabe-se que essa buzina pode trazer grandes riscos à saúde. Há outras buzinas e artefatos sonoros que podem substituí-la e que não trazem prejuízos à saúde.

       Com a proibição da comercialização, distribuição e uso das buzinas a gás, evitaremos que nossos jovens arrisquem a vida, inconsequentemente, para obter algum resultado alucinógeno.

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     O acesso de carrinhos de bebê, no transporte público de Curitiba, é geralmente, muito difícil e conturbado. Em recente publicação nas redes sociais, uma mãe relatou as dificuldades para acesso no transporte público. Além da rispidez com que foi tratada, foi informada de que o elevador para acessibilidade só pode ser utilizado por deficientes e idosos, tendo que carregar um carrinho pesado com um bebê de 8 kg e depender da boa vontade das pessoas para ajuda. O que chamou atenção foram os comentários de um número significativo de mães que relataram grandes dificuldades de acesso com carrinhos de bebêe ainda dos constrangimentos vividos.    

      Segundo a URBS, o elevador de acessibilidade é destinado aos passageiros com deficiência física e/ou dificuldades de locomoção, não mencionando a garantia do uso para carrinhos de bebê.        

        Nem sempre uma pessoa tem a força e o equilíbrio necessários para entrar no veículo de transporte público com o carrinho de bebê. Há risco de quedas no embarque, sendo que, nesses casos, o elevador de acessibilidade proporciona maior segurança e praticidade

        Outra questão abordada no projeto é a área destinada à permanência dos carrinhos de bebê no interior do veículo, que seria a mesma que hoje é destinada aos deficientes físicos. Na prática, essa área já é utilizada, mas não há qualquer regulamentação, nada que faça com que outros usuários, não preferenciais, que estejam ocupando esses espaços cedam o lugar às pessoas com carrinho de bebê.

      O projeto é claro em estabelecer que os carrinhos de bebê podem ocupar as áreas destinadas aos cadeirantes se não houver um deficiente físico no interior do veículo. Inclusive, no transporte público de Londres, capital inglesa, um dos mais avançados do mundo,  já existe essa determinação.

       Logo, essa medida não trará nenhum prejuízo de ordem financeira, tampouco, quanto à acessibilidade dos cadeirantes. Além disso, garantirá melhor segurança aos pais que necessitam e dependem do transporte público municipal.
     

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     Por iniciativa dos vereadores Colpani (PSB) e Dona Lourdes (PSB), foi protocolado um projeto que pretende a aplicação de multa para os proprietários de terrenos edificados que não promoverem a manutenção destes espaços (005.00121.2015).

     A proposta sugere a alteração dos textos dos artigos 166 e 334 da lei municipal  11.095/2004, que trata das normas que regulam a aprovação de projetos, o licenciamento de obras e atividades, a execução, manutenção e conservação de obras no município. O artigo 166 passaria a prever a obrigatoriedade da vedação do terreno no alinhamento predial, bem como sua limpeza, drenagem, roçada e limpeza do capim.

     Confirmando as estipulações do artigo anterior, o projeto também altera a redação do artigo 334 determinando multa de R$ 25,00 por m². Caso a situação seja verificada, o proprietário terá 30 dias para regularizar a situação, sob a pena de multa, que será cobrada junto ao valor determinado no carnê do Imposto Territorial e Predial Urbano (IPTU).

     A lei em vigor, no artigo 334, prevê a aplicação de uma multa de R$ 300,00 para as situações descritas, mas o projeto entende que o valor deve ser mais elevado para garantir maior efetividade à lei.

    “Sabe-se que a responsabilidade pela roçada de um terreno é do proprietário, porém muitas vezes os terrenos ficam em total abandono, a prefeitura não tem condições de proceder a roçada desses locais para posterior cobrança, para tanto, o presente projeto de lei tem por objetivo a previsão de multa mais pesada, a ser cobrada por m² junto ao carnê do IPTU do proprietário do imóvel, com o objetivo de incentivá-los a proceder a roçada regularmente”, destaca o texto de justificativa do projeto.

     Além disso, diz o texto de justificativa, “o projeto não enseja despesas ao município, pelo contrário, visa arrecadar verba, justamente para que se aumente as equipes de roçada, se assim entender necessário a administração municipal”.

 

Fonte: http://www.cmc.pr.gov.br